
A explosão em uma fábrica na manhã desta terça-feira (12), em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, deixou pelo menos nove pessoas desaparecidas. O Corpo de Bombeiros confirmou que são seis homens e três mulheres.

Em entrevista na porta da fábrica, a capitã dos bombeiros, Luisiana Guimarães, disse que as equipes já estão autorizadas a entrar no local e realizar as buscas pelos desaparecidos.
“Estávamos em um situação de que havia muitas chances de novas explosões. Contudo, o esquadrão antibombas veio até aqui e agora estamos liberados para entrar e fazer a varredura no local. Faremos essa busca em segurança e podemos encontrar corpos e as pessoas com vidas”, disse.
Guimarães contou também que dois colaboradores conseguiram sair do local e foram socorridos e liberados. Do mesmo modo, informou que ainda é cedo para confirmar óbitos.
“Inicialmente tivemos relatos de feridos, mas acredito que eles estavam na parte externa e conseguiram sair. Eles foram socorridos e liberados. Ainda não confirmamos óbitos, mas sim pessoas desaparecidas”, explicou.
A capitã disse também que as nove pessoas desaparecidas já foram identificadas e que as famílias já estão sendo amparadas pela própria empresa.
“Eram para estar 12 pessoas no local. Contudo, duas delas foram liberadas por causa de problemas de saúde e outras duas conseguiram sair do local e foram atendidas. São nove pessoas desaparecidas. Dessas, três mulheres e seis homens. As famílias já foram informadas”, concluiu a capitã.
Empresa lamenta explosão em fábrica
O diretor da planta industrial da Britanite, fábrica onde aconteceu uma explosão na manhã desta terça-feira (12), em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, confirmou que nove pessoas estão desaparecidas e sete ficaram feridas durante o acidente.

Em entrevista coletiva, Daniel Oliveira afirmou que é necessário o trabalho de rescaldo no local, antes de confirmar qual a causa para a explosão da fábrica.
“Uma planta de acessórios para iniciação de explosivos para mineração, tivemos uma explosão não controlada. Sete pessoas ficaram feridas e já foram socorridas. O esquadrão está atuando. Temos que primeiro fazer o rescaldo e esperar a temperatura abaixar, para depois entrar no local. A investigação demora e ainda está muito cedo para cravar a causa. Não é uma informação que temos muito rápida”, explicou.
Além disso, Oliveira disse que as famílias das vítimas já foram informadas e que o departamento de recursos humanos da empresa já está atuando de forma individual.
“O valor primordial é a vida e a segurança. Temos que apurar o que aconteceu de fato. Estamos com um plano de contingência, que abrange não só a empresa mas a comunidade. Nossa equipe de Recursos Humanos já está atuando individualmente em cada caso”, concluiu.
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