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Hardcore sem filtros: banda Pense lança EP ao vivo gravado em pocket show na Bela Vista


Antes de qualquer acorde soar, existe o silêncio pesado que antecede o impacto. É nesse espaço, entre o barulho do mundo e a necessidade de dizer algo, que a banda Pense finca os pés e levanta a voz. Guitarras afiadas, palavras que não pedem licença e a urgência de quem transforma inquietação em movimento marcam “Pense | Som No Sebo (Ao Vivo)”, EP que captura a banda em estado bruto, sem filtros e sem concessões.

Disponível nesta quinta-feira (12) em todas as plataformas de áudio, o registro reúne cinco faixas — “Tudo o que Temos de Lembrar”, “De Onde Viemos”, “Eu Não Posso Mais”, “Só Depende de Nós” e “Não Vou Recuar Para Ninguém” — compostas por Ítalo Nascimento Nonato, Raphael Adorno Gonçalves e Alexandre Magno Cardoso. O projeto traduz a essência do Pense: hardcore direto, riffs agressivos, dinâmicas explosivas e letras que encaram de frente temas como saúde mental, identidade, existência e transformação social.

Produzido por Ariel Ataíde, o EP preserva a crueza do ao vivo e reforça a honestidade sonora que acompanha a banda ao longo de sua trajetória independente. O som é visceral, sem polimento excessivo, feito para sentir no peito. Cada música funciona como um grito coletivo, um convite à catarse onde vulnerabilidade e força caminham lado a lado.

A gravação aconteceu durante uma live session registrada em um pocket show inusitado: um sebo instalado em um casarão de livros, na Bela Vista, em São Paulo. Entre estantes, páginas e história, o Pense apresentou as cinco faixas em performances intensas, revelando não apenas a potência do palco, mas também as mensagens que atravessam cada composição. “Essas músicas falam sobre canalizar a dor no lugar certo. Em vez de deixar que ela nos derrube ou nos jogue para baixo, usamos isso como plataforma para seguir em frente”, afirma Ítalo Nascimento Nonato.

Com 19 anos de estrada, a Pense chega a este lançamento com maturidade artística, identidade consolidada e a mesma fome de quando começou. Referenciado pelo hardcore, punk e rock, o grupo segue transformando peso e melodia em discurso urgente, reafirmando a música como território de pertencimento, resistência e expressão genuína. É para pensar, é para pular, é para gritar — é para viver a Pense.

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