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Metade das empresas no Brasil procura segurança apenas após uma invasão


Inteligência artificial, identidade digital e confiança são as principais frentes de risco de segurança digital para as organizações ao longo de 2026. Quem faz o alerta é a One Identity, que adiantou com exclusividade ao IT Forum os resultados de um levantamento interno recente.

A análise prevê um aumento significativo de ataques à cadeia de suprimentos, abuso de privilégios em ambientes de IA e uma pressão regulatória “sem precedentes” sobre as empresas, inclusive na América Latina.

Esses ataques contra cadeias de suprimentos tendem a evoluir, explorando além de vulnerabilidades técnicas a confiança entre empresas, fornecedores e parceiros. Isso obriga as organizações a demonstrarem continuamente como gerenciam acessos, privilégios e delegações, abandonando modelos tradicionais baseados em conformidade documental, alerta a companhia.

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“Já não é mais suficiente dizer que uma empresa é segura. As organizações devem provar isso em tempo real, com rastreabilidade completa de quem acessa o quê, quando e por quê. A identidade passa a ser o novo perímetro de segurança”, explica Gabriel Lobitsky, diretor geral da One Identity na América Latina.

Agentes autônomos

Além disso, diz a empresa, há uma proliferação de identidades não humanas (NHI) associadas, e elas já superam “amplamente” as identidades humanas. A empresa prevê que a prioridade passará de identificá-las para governá-las, com controles de ciclo de vida, responsáveis claros e mecanismos de desativação imediata.

A empresa alerta ainda para uma “corrida armamentista de IA”, em que hackers tendem a usar modelos avançados para automatizar ofensivas, obrigando a segurança cibernética a adotar sistemas inteligentes e auditáveis.

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